BEM - VINDO AO PROGRAMA HUMAITÁ SOM RURAL


O Programa Humaitá Som Rural

É apresentado de Segunda a Domingo por Januário Neto ...na Fm 104,9 de Humaitá – Am

Não Perca!
Programa Humaitá Som Rural
O melhor programa com novidades sertanejas!!
Fique ligado no Programa Humaitá Som Rural

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

O RÁDIO ( Texto . Edelson Moura )


O RÁDIO - Estou triste por vê-lo se acabando. Velho companheiro de tantas vidas. Na cosntrução de Brasilia voce embalou sonhos de muitos que aqui chegaram. É triste, muito triste, saber que chegamos aos 50 anos de nossa cidade, com o maior índice de aparelhos de rádios desligados.

O que está havendo com nossas emissoras? Onde estão nossos craques do microfone? Eles assim como eu, devem está acompanhando numa velocidade feroz, o fim deste veículo que ja foi no passado o único elo de ligação de vidas. Ninguém sabe nome de locutor, ninguém é conhecido. Certa vez, estava contruindo um imóvel, e no canteiro de obra tinhamos mais de 26 homens trabalhando. Peguei uma nota de cem reais, pedi para um deles segurar e disse-lhe: Esta nota é sua, se em um minuto voce me falar o nome de um radialista famoso de Brasilia. O dinheiro percorreu pelas mãos de todos e pasmem, a nota voltou para o meu bolso.

Entenderam os novos diretores de emissoras em priorizar o nome da rádio, deixando o apresentador oculto. Não sei se este método é o correto, mas ao perguntar para os trabalhadores um nome famoso, notei que eles na verdade lembravam de muitos nomes do rádio do passado e falavam com saudades dos nossos velhos tempos. Cá prá nós, por falar em tempo, nosso rádio parou nele. Semana passada, ouvindo uma emissora da cidade, depois de muito tempo sem ouvir, (elas se repetem demais e ficam insuportáveis), um repórter falava com o estúdio, através de um celular. Indaguei-me : Meu Deus eles não sabem que existem aparelhos incríveis no mercado adaptáveis nos automóveis de reportágens ? Ao ouvir aquilo, lembrrei-me de um serviço de auto-falante de minha pequenina cidade do nordeste, a qual ja possui um destes aparelhos. Estamos mergulhados no atrazo ou estes aparelhos ja chegaram a BODE COM SEDE e ainda não chegaram a Brasilia ? Pior do que isso, é ligar um aparelho de rádio, ouvir a mesma seleção musical repetida a toda hora. É o rádio feito com 10 musicas.

Não acredito que estas emissoras venderam suas programações para os mesmos 10 artistas. Seria como jogar no lixo tudo que de bom o Rádio pode oferecer ao seu público. Certa vez ouvir de um colega radialista, o comentário de que Brasilia era a cidade onde o rádio era feito com a pior qualidade. Ninguém ouve mais como antigamente. Naturalmente irão dizer que isso aconteceu porque surgiu a internet. Puro engano. Não existe veículo de comunicação no mundo capaz de substituir o Rádio. Se bem feito, sem repetições, sem JABÁ (o maior câncer do século para o meio), eliminando-se o amadorismo com que é administrado, seria possível ainda que morto, fazer-se ressussitar.

Porém é importante saber ; Não existe RÁDIO sem o homem. Por isso, este negócio de desumaniza-lo, colocando em prioridade a marca da emissora, pode ser o maior de todos os erros cometidos. O povo ama o ser humano e pode não gostar da marca que impõe-se.
Em nossa cidade temos 34 emissoras, lutando e se debatendo com apenas 15 por cento dos aparelhos ligados, ou seja ninguém ouve mais nada. Este número é tão insignificante, levando-se em conta que somos uma cidade com mais de 3 milhões de habitantes, que pode levar a morte ou nocaute, as emissoras comerciais que temos. Assim sendo meus amigos, sobreviverão as emissoras públicas, pois elas não necessitam de faturamento para sobrevivência. Acho mesmo que todos devem se preocupar com o péssimo resultado de nossa audiência. Os ouvintes são tratados com absoluto descaso. Outro dia um amigo me contava que ligou para uma emissora, pediram tudo dele, até o atestado de pobreza ele forneceu para a telefonista, em troca de um pedido musical. Do outro lado a moça lhe passava uma lista de músicas que iriam tocar. Frustração total. Para cada ouvinte não atendido, podemos ter a certeza do aparelho desligado.

Ao trabalhar por poucos meses numa emissora assim que cheguei de volta do nordeste, (estava afastado por dez anos do rádio), levei um susto. Somente 25 pessoas ligavam para a emissora em 4 horas que ficava no ar. A conclusão que cheguei era que deveria sair imadiatamente, ou estaria condenado a desaprender tudo que consegui na minha brilhante profissão. Precisamos urgente de alguém com coragem, que possa nocautear urgente estas programações clonadas e repetitivas entre as emissoras... todos tocando tudo igual - tipo pagou - tocou, para resgatar o sucesso e provocar uma revolução que seja capaz de fazer estes 85 por cento de aparelhos desligados acenderem-se novamente.

Postado por Rádio Estúdio Brasil

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Edelson Moura, compositor e radialista!



Edelson Moura não é somente um radialista conhecido dos Brasileiros


Compositor por excelência, é dono de vários sucessos espalhados pelo Brasil e cantados por grandes nomes de nossa música. Escreve os sentimentos de sua alma, possui dentro de si uma arma poderosíssima de ataque aos corações apaixonados, Edelson compôs varias musicas para Amado Batista como, “Chance”, “Quando eu For Embora”, “Menininha meu Amor” entre outras Suas músicas falam de amor como tantas outras, mas seus versos encantam muitos corações. Casado a 27 anos, com Zélia Maria, pai de 4 filhos, Marcelo, 26, Marcos,24, Marcio,22 e Marina 15 anos, diz que hoje vive o melhor momento de sua vida. Sua passagem pela Radio Nacional por 18 anos, lhe deu profundo conhecimento da profissão e levou sua voz as mais distantes regiões Brasileiras, tornando-o por demais conhecido do grande público da Amazônia. Na Rádio Estúdio Brasil, www.radioestudiobrasil.com.br ,projeto de sua autoria, leva seus programas para mais de 600 emissoras, fazendo dele e Márcia Ferreira, sua grande colega de trabalho no rádio, os radialistas mais ouvidos da atualidade em todo o mundo. Hoje atingindo mais de 25 milhões de ouvintes pelas ondas do rádio, em mais de 1.400 municípios que captam seus programas, Edelson Moura curte com a ajuda de sua equipe, ao lado de Radialistas consagrados a exemplo de Clayton Aguiar, sua própria amiga Márcia Ferreira e muitos outros colegas, a maior marca de audiência já atingida nos últimos anos por um profissional do Rádio.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O Repórter das Imagnes Amazônicas.


Terça - Feira, 25 de janeiro de 2011

Januário Neto.

O Repórter das Imagnes Amazônicas.

A Rádio Estúdio parabeniza este profundo conhecedor do nosso povo dos rincôes Amazônicos.

Januário é brilhante em tudo...

No Rádio, na arte de fotografar as belezas esquecidas nos distantes lugares do nosso país. Um Repórter fotográfico nato.

Amigo pessoal do Edelson Moura ha mais de 25 anos e gente da mais profunda humildade.

FM 104,9 , rádio parceira da Rádio Estudio é a emissora que tem o seu programa no ar. Parabens Humaitá. E vamos divulgar nossa gente linda desta maravilhosa cidade do nosso Brasil desconhecido.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Márcia Ferreira e Edelson Moura tomam conta do Brasil




Os comunicadores de rádio, Marcia Ferreira e Edelson Moura, que durante 18 anos tomaram conta da audiência da região norte, nordeste e centro oeste, através da programação da Rádio Nacional de Brasília, do sistema Radiobrás, estão de volta com a mesma simpatia e comunicação alegre e contagiante.


Através de um sistema inteligente de parcerias, formam uma rede com quase 600 emissoras de rádio de todo Brasil, número esse que só cresce, pois além da boa qualidade, os programas são cedidos gratuitamente. Os fãs podem ouvir a programação pela internet, acessando o site www.radioestudiobrasil.com.br , e conferir a empantia desses dois meninões gigantes da comunicação.

50 anos de Januário Neto






Muitos já ouviram falar de Januário Neto, pois, até conhecer a cidade de Humaitá no ano de 1987, sua voz era levada por intermédio da radiodifusão para muitos lares, fazendo com que esse rondoniense de Guajará-Mirim ficasse imensamente conhecido e admirado no contexto da comunicação.

Testemunho em favor de tal admiração relatando recordações constituídas de um rádio à beira da “galêra” todas as vezes que ajudava meus pais a “tirar mandioca d’água”, ato que se repetia mesmo nos dias de folga e que impregnou nas mentes de muitos contemporâneos o repetido “Mano Velho”, bordão que muito influenciou para a popularidade desse comunicador quando locutor do programa “Nacional do Sertão”, na época bastante prestigiado pela população Humaitaense.

Januário Neto trabalhou ao lado de ícones da comunicação nacional como Adelson Moura e Márcia Ferreira, destacadamente grandes nomes da radiodifusão até meados do ano de 1990. Por causa da grande audiência de seu programa na “Terra da Mangaba”, Januário em caravana com toda sua equipe resolveram conhecer o município que lhe dava grandes índices de popularidade.

De acordo com o próprio aniversariante, sua permanência em Humaitá se deu pelo fato de ter se apaixonado por uma humaitaense, o que estendeu sua estadia no município até os dias de hoje. De família humilde Januário foi criado em Vila Murtinho, localidade que servia de parada para as locomotivas que transitavam na ferrovia Madeira Mamoré.

Já morando em Humaitá Januário foi trabalhar na Rádio Vale do Rio Madeira e três anos depois começou a atuar também como fotógrafo, fazendo registros de festas de aniversário e não com muita freqüência registrava alguns fatos que aconteciam na cidade.

A trajetória do comunicador e fotógrafo no Jornal “O Curumim” começou no ano de 2005, mesmo período em que iniciou a apresentação do programa “Som Rural” na rádio comunitária 104,9 FM. Na coluna “Fotos e festas” do site do Jornal “O Curumim” as imagens do fotógrafo são sinônimos de milhares de acessos e em seu programa matinal da FM estende por intermédio de seus comentários críticos e indagações pertinentes a forte personalidade que acompanha Januário Neto.

Januário já foi chamado de forma depreciativa de “tirador de retratos”. De fato e é verídico que muitos dos humaitaenses que se arrisca na arte de fotografar, inclusive nós que trabalhamos na mídia local, já fomos chamados de “Januário” e para os mais antigos de “Dona Creuza” outra pessoas marcante na trajetória dos registros fotográficos da cidade de Humaitá e que com humildade e respeito devemos nos sentir alegres com essas alegorias, que destacam a popularidade dos fotógrafos e evidenciam que ainda estamos engatinhando no ramo da fotografia.

Parabéns pelo seu primeiro meio século de vida!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Januário Neto , comemora meio século de vida






Muitos já ouviram falar de Januário Neto, pois, até conhecer a cidade de Humaitá no ano de 1987, sua voz era levada por intermédio da radiodifusão para muitos lares, fazendo com que esse rondoniense de Guajará-Mirim ficasse imensamente conhecido e admirado no contexto da comunicação.

Testemunho em favor de tal admiração relatando recordações constituídas de um rádio à beira da “galêra” todas as vezes que ajudava meus pais a “tirar mandioca d’água”, ato que se repetia mesmo nos dias de folga e que impregnou nas mentes de muitos contemporâneos o repetido “Mano Velho”, bordão que muito influenciou para a popularidade desse comunicador quando locutor do programa “Nacional do Sertão”, na época bastante prestigiado pela população Humaitaense.

Januário Neto trabalhou ao lado de ícones da comunicação nacional como Adelson Moura e Márcia Ferreira, destacadamente grandes nomes da radiodifusão até meados do ano de 1990. Por causa da grande audiência de seu programa na “Terra da Mangaba”, Januário em caravana com toda sua equipe resolveram conhecer o município que lhe dava grandes índices de popularidade.

De acordo com o próprio aniversariante, sua permanência em Humaitá se deu pelo fato de ter se apaixonado por uma humaitaense, o que estendeu sua estadia no município até os dias de hoje. De família humilde Januário foi criado em Vila Murtinho, localidade que servia de parada para as locomotivas que transitavam na ferrovia Madeira Mamoré.

Já morando em Humaitá Januário foi trabalhar na Rádio Vale do Rio Madeira e três anos depois começou a atuar também como fotógrafo, fazendo registros de festas de aniversário e não com muita freqüência registrava alguns fatos que aconteciam na cidade.

A trajetória do comunicador e fotógrafo no Jornal “O Curumim” começou no ano de 2005, mesmo período em que iniciou a apresentação do programa “Som Rural” na rádio comunitária 104,9 FM. Na coluna “Fotos e festas” do site do Jornal “O Curumim” as imagens do fotógrafo são sinônimos de milhares de acessos e em seu programa matinal da FM estende por intermédio de seus comentários críticos e indagações pertinentes a forte personalidade que acompanha Januário Neto.

Januário já foi chamado de forma depreciativa de “tirador de retratos”. De fato e é verídico que muitos dos humaitaenses que se arrisca na arte de fotografar, inclusive nós que trabalhamos na mídia local, já fomos chamados de “Januário” e para os mais antigos de “Dona Creuza” outra pessoas marcante na trajetória dos registros fotográficos da cidade de Humaitá e que com humildade e respeito devemos nos sentir alegres com essas alegorias, que destacam a popularidade dos fotógrafos e evidenciam que ainda estamos engatinhando no ramo da fotografia.

Parabéns pelo seu primeiro meio século de vida!

50 anos de Januário Neto


Romilson de Azevedo, Segunda - feira, 3 de janeiro de 2011



Muitos já ouviram falar de Januário Neto, pois, até conhecer a cidade de Humaitá no ano de 1987, sua voz era levada por intermédio da radiodifusão para muitos lares, fazendo com que esse rondoniense de Guajará - Mirim ficasse imensamente conhecido e admirado no contexto da comunicação.

Testemunho em favor de tal admiração relatando recordações constituídas de um rádio à beira da “galêra” todas as vezes que ajudava meus pais a “tirar mandioca d’água”, ato que se repetia mesmo nos dias de folga e que impregnou nas mentes de muitos contemporâneos o repetido “Mano Velho”, bordão que muito influenciou para a popularidade desse comunicador quando locutor do programa “Nacional do Sertão”, na época bastante prestigiado pela população Humaitaense.

Januário Neto trabalhou ao lado de ícones da comunicação nacional como Adelson Moura e Márcia Ferreira, destacadamente grandes nomes da radiodifusão até meados do ano de 1990. Por causa da grande audiência de seu programa na “Terra da Mangaba”, Januário em caravana com toda sua equipe resolveram conhecer o município que lhe dava grandes índices de popularidade.

De acordo com o próprio aniversariante, sua permanência em Humaitá se deu pelo fato de ter se apaixonado por uma humaitaense, o que estendeu sua estadia no município até os dias de hoje. De família humilde Januário foi criado em Vila Murtinho, localidade que servia de parada para as locomotivas que transitavam na ferrovia Madeira Mamoré.

Já morando em Humaitá Januário foi trabalhar na Rádio Vale do Rio Madeira e três anos depois começou a atuar também como fotógrafo, fazendo registros de festas de aniversário e não com muita freqüência registrava alguns fatos que aconteciam na cidade.

A trajetória do comunicador e fotógrafo no Jornal “O Curumim” começou no ano de 2005, como profissional autônomo, mesmo período em que iniciou a apresentação do programa “Som Rural” na rádio comunitária 104,9 FM, onde presta serviço como colaborador. Na coluna “Fotos e festas” do site do Jornal “O Curumim” as imagens do fotógrafo são sinônimos de milhares de acessos e em seu programa matinal da FM estende por intermédio de seus comentários críticos e indagações pertinentes a forte personalidade que acompanha Januário Neto.

Januário já foi chamado de forma depreciativa de “tirador de retratos”. De fato e é verídico que muitos dos humaitaenses que se arrisca na arte de fotografar, inclusive nós que trabalhamos na mídia local, já fomos chamados de “Januário” e para os mais antigos de “Dona Creuza” outra pessoas marcante na trajetória dos registros fotográficos da cidade de Humaitá e que com humildade e respeito devemos nos sentir alegres com essas alegorias, que destacam a popularidade dos fotógrafos e evidenciam que ainda estamos engatinhando no ramo da fotografia.

Parabéns pelo seu primeiro meio século de vida!

fonte: Da Redação

domingo, 2 de janeiro de 2011

Elias Wagner....Um coração valente


Elias Wagner nasceu no Córrego de Santo Antônio, município de Rio Bananal em 09 de junho de 1968.

Filho do Sr. Orlando Wagner e Srª. Isabela Klippel Wagner, Elias é o mais novo de sete irmãos, e aos dois anos, em 1970, por não ter tomado a vacina contra a Poliomielite teve paralisia infantil.

Teve um início de vida difícil, mas as provações não paravam por aí, pois ainda criança, duas grandes perdas vieram abalar ainda mais a sua vida. Pois dona Isabela (sua mãe) veio a falecer quando este tinha apenas quatro anos, e logo em seguida, aos dez anos, seu pai, o Sr. Orlando, também faleceu.
Em meio a tantas perdas e dificuldades, teve que procurar um meio de sobreviver, pois era de uma família humilde.

Como sabia tocar violão, que havia aprendido com o pai, foi tocar em barzinhos.
Mais tarde teve um sonho de criança realizado, ganhou um violão de sua irmã. E a partir daí, mesmo com muita luta conseguiu fazer da música a sua sobrevivência.
Tocava, e com o dinheiro que conseguiu juntar e com a ajuda dos amigos, em 1999 gravou o seu primeiro CD “TUDO E NADA”.

Saiba mais em breve ...

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O Poeta do Rodeio


O locutor Ivan Diniz, conhecido como o poeta do rodeio, é um apaixonado pela vida sertaneja e pelo batidão do rodeio.

Nascido na cidade de Uberaba (MG) foi criado no meio rural, na cidade de Carneirinho, no pontal do triângulo mineiro. Começou montando em touros, para satisfazer seu enorme desejo em participar das festas de peão e dos rodeios. Sem ter mais como largar essa vida que adotou acabou se unindo a um grupo de jovens que promoviam festas e bailes e que precisava de alguém para animar tais festas. Foi então que iniciou sua trajetória, na Cia. de Rodeio Elo de Aço, como locutor comercial.

Em 1.988, fez sua primeira locução profissional de rodeio, na cidade de Carneirinho, e daí pra frente caiu no estradão. Ao completar 20 anos de carreira Ivan Diniz é considerado um dos mais completos locutores de rodeio do país, tendo sua presença garantida nas principais festas de rodeio, notadamente no seu estado Goiás e nos demais estados, como Minas Gerais, Mato Grosso, Rondônia, São Paulo, Paraná, Tocantins, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul.

Em sua vitoriosa carreira, se orgulha em ser o autor dos mais consagrados poemas do rodeio brasileiro, com reconhecimento em todo o Brasil e no exterior, tendo suas obras gravadas também por inúmeros locutores de rodeio.

Com uma rica e respeitada discografia Ivan Diniz contabiliza mais de 10 CDs lançados, além de 03 DVDs, marcando a história por ter sido o primeiro locutor de rodeio a lançar um DVD de rodeio gravado ao vivo, no ano de 2.006, com o título: Ivan Diniz – Paixão de Bravos, produzido por Paulo Gomes e lançado pela BGK Produções Artísticas, através da gravadora TRAMA, gravado durante o Rodeio Show de Aparecida de Aparecida de Goiânia (GO), e que se tornou o DVD mais vendido, neste segmento, até hoje.

Por estes 20 anos ininterruptos de dedicação e serviços prestados ao rodeio brasileiro e por ter conseguido eternizar suas obras e sua voz nos mais importantes eventos e projetos voltados a este esporte é que Ivan Diniz justifica e pode, com orgulho, utilizar do slogan “O Poeta do Rodeio”.

Ivan Diniz é quem apresenta o programa Rodeio Entre Amigos, que é distribuido em diversas emissoras de rádio de todo o Brasil, em web radios no Brasil, Japão e EUA e também esta disciponivel na radio de nosso site.

www.rodeioentreamigos.com.br

terça-feira, 6 de julho de 2010

Montenegro e Boiadeiro





A união de uma das mais belas vozes de Mato Grosso a um exímio multi-instrumentista e cantor formam a dupla.

Tão inquestionável quanto o talento, está a extrema humildade desses dois “matogrossenses de coração”. Humildade esta, que fez com que a dupla se surpreendesse com a velocidade tal qual o sucesso veio a bater em suas portas. Isso mesmo, qualquer um que assistisse uma de suas apresentações, garantia que o sucesso era apenas uma questão de tempo, mas ninguém, nem mesmo a dupla, esperava que viesse assim tão rápido!

Em 2006 uniram as violas e as vozes,produziram seu primeiro cd e lançaram no inicio de 2007 SE NAO FOR POR AMOR emplacando canções como o nosso amor terminou, se nao for amor,e recado.Em 2008 gravaram e lançaram seu CD E DVD AO VIVO emplacando canções como VOCÊ MUDOU,COMO O VENTO E TA CHOVENDO MULHER atualmente a dupla é vista pelos fãs e críticos, como a maior representante da moda de viola e da música de raiz do estado de Mato Grosso,tendo em seu repertório alem de sucessos da dupla já emplacados ,clássicos sertanejos mesclados como dançante e universitário. Isso sem falar no romantismo exacerbado que permeia as composições e interpretações da dupla.

Soando como o gorjear dois passarinhos que anunciam um novo amanhecer.

Com vocês MONTENEGRO E BOIADEIRO.
By (Johnny Everson)
Cantor,compositor e apresentador

sábado, 5 de junho de 2010

Edelson Moura e Márcia Ferreira - Grandes Shows em Rondônia


A maiores festas deste ano no Estado de Rondonia, contrataram os maiores ídolos da região. Edelson Moura e Márcia Ferreira estarão desembarcando na capital Rondoniense no dia 23.

No dia seguinte, cumprirão uma agenda grandiosa de entrevistas em radios, jornais e televisões. Porto Velho irá pela primeira vez, assistir os dois ídolos com uma grande estrutura, preparada para comemorar o primeiro aniversário da Rádio Rio Madeira, afiliada da Rádio Estudio Brasil

. Dia 25, Mirante da Serra, vai abrir a Oitava Maratona da Avestruz, com um grande espetáculo, que culminará com o Show dos dois, mais a Banda Queops e outras atrações. Uma Carreta de som, iluminação e palco, prometem os organizadores deste grande evento, o qual recebe turistas do mundo inteiro.

No dia 26, São Felipe do Oeste leva para sua 5ª Festa Agropecuária Edelson Moura, Marcia Ferreira e os Queops, prometendo ao rande público uma festa sem igual. Mas a agenda continuará no dia 27, desta vez em Cacaolandia, onde os ingressos antecipados estarão a venda por preços mais baratos.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Neto e Júlio César , Não dá mais pra segurar


Diz um ditado popular que um bom filho a casa retorna, mesmo aquela que o desprezou, pois bem Neto e Julio Cesar, dois filhos, e dos melhores que Humaitá já gerou fizeram história por ocasião da comemoração dos 141 anos da cidade.


De forma apoteótica, os dois foram recebidos numa platéia lotada, com aproximadamente 5000 pessoas que se espremiam na Praça da Rodoviária. O povo cantava seus sucessos, e já os aclamava como o novo fenômeno pop country do Brasil.


Os sucessos eram intercalados com grandes rits da música sertaneja nacional. O domínio da viola e demais instrumentos, dizem por si que os dois têm um caminho certo para a fama, pois não é questão de puxar o saco, é talento mesmo!


Com a apresentação fenomenal, os dois já se configuram em nome certo para o rodeio deste ano... Ainda bem, pois do jeito que vai, em bem pouco tempo não sobrará mais tempo na agenda apertada dos dois maiores nomes da música sertaneja do sul do Amazonas.


Feliz é a cidade de Apuí, distante, cheia de problemas devido à ausência de infra-estrutura dada pelo governo Federal, isolada no mundo, mas que com todas as dificuldades deu amparo e guarida para estes que serão um dos maiores nomes da música sertaneja do Brasil. Quando forem perguntados: - De onde são? Creio que Apuí deverá ganhar mais um laurel no panteão da glória, por simplesmente acreditar num sonho, quando todos diziam que não.


Neto e Julio Cesar sigam em frente, mas lembrem-se de onde vieram e nunca deixem de cumprimentar quem os fez subir...O povo que nunca deixou de acreditar em vocês. Parabéns!!!








Haroldo Ribeiro
www.amazontime.com
fotos: Januário Neto

sábado, 1 de maio de 2010

Gilvan e Paulo Henrique


Gilvan e Paulo Henrique iniciaram suas carreiras há mais de 15 anos e, consolidaram a dupla há 13 anos, passando assim a figurar nas grandes festas, como revelação no mercado fonográfico. A partir daí, o talento de Gilvan e Paulo Henrique passou a ser conhecido em todo interior do estado de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Gilvan nasceu em São Paulo, mas mora em Rio Preto há 19 anos, e Paulo Henrique, de Neves Paulista. "Eu já cantava com outro parceiro e Paulo Henrique era músico. Aos poucos começamos a cantar juntos e o Zé do Rancho (sogro de Xororó, da dupla Chitãozinho e Xororó) gostou da gente e produziu nosso primeiro disco", explica Gilvan. Para ele, a carreira da dupla só tem a ganhar com o amparo de uma gravadora grande. "Já começa pela distribuição e divulgação do trabalho, que alcança o Brasil inteiro. Num disco independente você precisa bater de porta em porta. Ainda fazemos isso, mas agora por prazer, na nossa região. Vamos às rádios pelo carinho que temos por todos daqui", conta.

A dupla rio-pretense Gilvan e Paulo Henrique, lançou o CD "Terra da Gente" com a gravadora Sony Music. depois foi a gravação do CD Ao Vivo, gravado em São José do Rio Preto pela gravadora ATRAÇÃO/TOM MAIOR, onde o sucesso foi imediato, cantando a música de trabalho da dupla "To Sabendo" que contagia.

O mais novo sucesso da dupla é a musica JÁ VIROU NOVELA que também da o titulo do novo cd da dupla, com participações de JULIANO CESAR E ZÉ DO RANCHO, em duas musicas.
Recentemente a dupla participou do DVD ( ZÉ DO RANCHO ENTRE AMIGOS E PARENTES, com participações de vários artistas ,tais como: CHITAOZINHO E XORORÓ, SANDY e JUNIOR, FAMILIA LIMA, SERGIO REIS, AS GALVÃO ) e outros.

O estilo inconfundível, qualidade vocal e diferenciado repertório, sempre estiveram coerentes com a linha de trabalho da dupla.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Talento em dose dupla ( Os filhos de Humaitá )


Seguindo os passos de duplas sertanejas como Zezé di Camargo & Luciano, Leandro & Leonardo e Chitãozinho e Xororó, que saíram do interior para tentar a sorte na cidade grande, a dupla sertaneja Neto e Júlio César buscam um lugar ao sol. Nascidos em Humaitá e criados em Apuí, os dois resolveram tentar a sorte na capital.

O interesse pela música quando os dois eram crianças e se tornou o grande objetivo da vida dos garotos. A criatividade foi o ponto decisivo para os dois terem uma infância musical, apesar das dificuldades. “O Júlio fazia violão de lata de goiabada e começava a tocar”, recorda Neto, que destaca com seus grandes incentivadores os amigos da igreja, da qual eles participavam como integrantes do grupo de liturgia, formado por pessoas que auxiliam na celebração da missa.

Apesar de irmãos, os dois possuem personalidades bem diferentes. De poucas palavras, a timidez é uma da características marcantes em Júlio, 20. Enquanto Neto, 22, mostra – se mais extrovertido. Porém, as diferenças desapareceram no palco, com os dois mostrando firmeza e soltando a voz com entusiasmo. “Acho que foi um dom de Deus”, disse o pai, Antônio Pinheiro, orgulhoso.

A dificuldades financeiras impediram que o pai dos meninos comprasse seus instrumentos. Porém, os dois não desanimaram e como toque de mágica, ganha – se um presente um violão, doado por um medico, que estava de passagem pela cidade.
Com a conquista do instrumento, os dois começaram a fazer apresentações em clubes e eventos pela cidade. A dedicação e a boa performance no palco superou as expectativas e valeu para os irmãos dois violões novos, doados por amigos da família. “Eles passaram a dar aulas em casa e deu para sentir o interesse pelo instrumento e cresceu por parte das crianças e adolescentes na cidade”, relatou o pai.

Nascidos em Humaitá (a 590 quilômetros ao Sul do Amazonas), eles foram criados em Apuí (a 453 quilômetros também ao Sul do Estado), onde começaram a realizar sua primeiras apresentações. “A cidade, com 15 mil habitantes, ficou pequena para o nosso trabalho. Foi quando decidimos vir para Manaus”.

O incentivo veio por parte de uma equipe do canal Amazon Sat. “Eles foram cobrir a Festa de Peão do Apuí, nos viram cantando e indicaram Manaus para mostrar o nosso trabalho”.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Ele faz aniversário ,mas quem ganha somos nós


Embora a própria história recente de Humaitá se confunda com a trajetória deste cidadão dos mais conhecidos da região Sul do Estado, o ilustre fotógrafo nasceu no Estado de Rondônia.

Ele já conta com meio século de muito trabalho e sucesso. Januário Neto é o fotógrafo mais conceituado e respeitado do Sul do Amazonas. A frente de sua câmera já passaram os mais famosos personagens da história política nacional e também os maiores ícones do show biz do país. Sabe-se na região que algum acontecimento só é notícia se foi fotografado por Januário.

O maior fotógrafo da região nasceu em Guajará Mirim, entretanto foi criado na Vila Murtinho, uma conhecida parada ferrovia Madeira Mamoré. Quem sabe não veio daí o gosto permanente de estar aonde a história acontece?

Nos anos 80, conheceu o comunicador Adelson Moura e Márcia Ferreira. Indicado pelos dois passou então a trabalhar na Radiobrás em sua sucursal de Porto Velho, ali começou a sua saga de comunicador. Sempre ligado as tradições da terra, tornou-se a voz marcante do programa “Nacional no Sertão”.

Em 87, Januário e sua equipe fizeram uma caravana até a cidade de Humaitá, por um simples motivo, vinha desta terra quente e receptiva a maior audiência do programa em que o apresentador era a voz principal. Querendo conferir a sua popularidade, visitando os seus fãs que se espalhavam em todo o município, Januário chegou por aqui e conheceu um grande amor, fazendo com que ficasse por aqui para se tornar um dos nomes mais respeitados da região.

Convidado pela direção da Rádio Vale do Rio Madeira, começou a fazer um programa naquela emissora, sendo um verdadeiro sucesso de audiência. Ao fim dos anos 90 começou a trabalhar como fotógrafo. Numa de suas fotos mais famosas, retratou o naufrágio do Orlandino, fazendo um brilhante trabalho que foi reproduzido em três jornais de grande repercussão ao mesmo tempo, a partir daí a sua fama de fotógrafo não parou mais de crescer.

Em 2005, começou a trabalhar na FM 104, fazendo o Programa Som Rural e também passou a fazer parte da equipe do Jornal O Curumim, onde até hoje desempenha a função de fotógrafo. Neste importante meio de comunicação, o popular fotógrafo se firmou fazendo com que o jornal, seja um dos mais lidos em todo o estado.

Sempre em busca de novos desafios, Januário Neto, entrou de vez na Internet com um blog www.humaitasomrural.blogspot.com e mais recentemente tornou-se o mais novo franqueado do site www.festadasemana.com.br, neste novo empreendimento, o fotógrafo dos grandes eventos pretende mostrar a realidade das festas marcantes que imperam em toda a região, divulgando como ninguém a cultura local, marca maior de um povo que tem a alegria nas veias.

Como toda a pessoa competente no que faz, Januário não leva desaforo pra casa, não importa quem seja, se pisou fora da faixa vai levar bronca, pois este fotógrafo, amigo do povo e inimigo dos prepotentes, estará sempre onde um fato importante acontecer, mostrando sem receios a verdade em forma de imagens. Imagens estas que fazem dele o maior expoente da comunicação em todo o Amazonas Sul.

Matéria de Haroldo Ribeiro

www.amazontime.blogspot.com

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Duplas sertanejas com nomes estranhos são verdadeiras


Os nomes das duplas sertanejas, às vezes, são engraçados, não é? Milionário e José Rico, Tonico e Tinoco, João Mineiro e Marciano, até Chitãozinho e Xororó. A gente já se acostumou, mas é bem diferente.

Agora, dá uma olhada no e-mail que eu recebi um dia desses: é uma reunião dos melhores nomes de duplas sertanejas de todos os tempos: Atleta e Treinador, Monetário e Financeiro, Oceano e Porto Rico, Priminho e Maninho, Domyngo e Feryado - e os dois com "y", Preferido e Predileto, Faísca e Pinga-Fogo, Scott e Smith, Cativante e Continente, Industrial e Fazendeiro, Leal e Legal, Bento e Mamão, Campanha e Pirigoso, Susto e Rodrigo, Faceiro e Fascinante, Perito e Paquera, Castelo e Mansão, Galã e Granfino, Conde e Drácula, Chanceler e Diplomata, Rocky e Santeiro, Belo e Horizonte, Gavião Moreno e El Condor, Poliglota e Porta-Voz, Divisor e Consciente e Bátima e Robson.

Não é possível, gente. Será que existem mesmo essas duplas ou alguém pegou umas fotos, fez umas montagens e inventou uns nomes para fazer graça?

André Piunti tem um blog de música sertaneja. Só entra na lista a dupla que o André ouve a música e vê a capa do disco com a foto dos artistas.

"Existem duplas que fazem humor com música sertaneja, essas eu não coloquei. Eu só coloquei duplas que cantam mesmo. Podem ter uma música engraçada ou não, mas são duplas sérias”, explica André.

Como surge um nome desses? No caso dessa dupla, o nome surgiu pouco antes da gravação do primeiro disco. Um locutor de rádio batizou: "Ele estava escrevendo umas coisas assim, e falou assim: você é meu cantor preferido e você é meu cantor predileto. Ó, está aí o nome”.

Era uma tendência.

"Nós somos da década de 80, então, em 80 tinha bastante nomes diferentes, e a gente se baseou nisso daí e também por ser um nome chamativo, né? Ninguém conhece a gente por Jorge e Luís. Até as pessoas da nossa cidade, até a nossa família, a nossa mãe, chama a gente de Financeiro e Monetário", conta a dupla.

Nomes inventados para chamar atenção, quer dizer, nem sempre inventados.

"As pessoas falavam: poxa, mas Bátima e Robson, cara? Vocês cantam tão bem. Aí, eu falava: cara, pior que é meu nome próprio".

Hoje, o Bátima não é mais parceiro do Robson, virou Santiago, da dupla Stéfano e Santiago.

domingo, 28 de junho de 2009

Festival Folclórico de Parintins


O Festival Folclórico de Parintins é uma festa popular realizada anualmente no último final de semana de junho na cidade de Parintins, Amazonas.

O festival é uma apresentação a céu aberto, onde competem duas agremiações, o Boi Garantido, de cor vermelha, e o Boi Caprichoso, de cor azul. A apresentação ocorre no Bumbódromo (Centro Cultural e Esportivo Amazonino Mendes), um tipo de estádio com o formato de uma cabeça de boi estilizada, com capacidade para 35 mil espectadores. Durante as três noites de apresentação, os dois bois exploram as temáticas regionais como lendas, rituais indígenas e costumes dos ribeirinhos através de alegorias e encenações. O Festival de Parintins se tornou um dos maiores divulgadores da cultura local.

O festival é realizado desde 1965 e já teve vários locais de disputa como a quadra da catedral de Nossa Senhora do Carmo, a quadra da extinta CCE e o estádio Tupy Cantanhede.

Até 2005 era realizado sempre nos dias 28, 29 e 30 de junho. Uma lei municipal mudou a data para o último fim de semana desse mesmo mês.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Os Filhos da Amazônia




Netos da inesquecível “Tia Mocinha” e filhos de “Sabá”, que nasceu e viveu muitos anos em Humaitá e hoje mora em Manaus, Mateus e Daniel, são hoje uma das grandes sensações da música amazonense.

Daniel, 10 anos, começou a cantar nas apresentações da escola, acompanhado pelo pai, quando tinha aproximadamente 4 anos de idade, e desde lá não parou mais e agora em companhia do irmão Mateus, 11 anos, forma a dupla.

Mateus e Daniel gravaram um CD com 6 músicas inéditas, de autoria de compositores regionais, inclusive de Sabá. Dentre elas temos os sucessos “A filha da Vizinha”, e “Filhos da Amazônia”. Como resultado de muito esforço e trabalho, a dupla recebeu um convite para se apresentar no “Programa Raul Gil” e estará realizando a gravação do programa no final de fevereiro. De acordo com o pai, a dupla foi uma surpresa para o apresentador, que ao assistir a filmagem enviada ao programa, demonstrou surpresa ao assistir o vídeo. A dupla apresentará a música “Filhos da Amazônia”, que trata da vida amazônica, dos rios, das tribos e dos povos da região.

Na cidade de Manaus, a dupla participou do “Regatão Cultural da Prefeitura de Manaus”, que tem como objetivo principal resgatar e descobrir o talento dos povos ribeirinhos. De um total de 26 participantes do concurso, a dupla alcançou o 1º lugar. Outra conquista foi o tambem 1º lugar no 5º Amazonas Film Festival, na categoria de Melhor Público Presente, com o documentário “2 Filhos de Sabá”.

fonte: Programa Humaitá Som Rural